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O Led e as plantas

Olá!

Dia 23 de Setembro chega a Primavera no Brasil! Mais precisamente, as 16H50. Estaremos em companhia da mais bela das estações até o dia 22 de Dezembro. E viva! Viva a estação das Flores! Aqui no Largo da Batata em Pinheiros, São Paulo, já vemos as cores da estação desafiar o concreto e passos largos dos apressados.

"A Flor existe onde a gentileza persiste!"



Mesmo que hoje em dia não vejamos mais tantas árvores e flores por aí como víamos antigamente - um fato causado pelas mudanças ambientais devido a danosa ação do homem na Terra - temos o que comemorar, com a biodiversidade (ainda!) resistindo, longe dos grandes conglomerados urbanos mundo a fora. E quando não encontramos o desejado verde em nossos caminhos do dia-a-dia, procuramos inseri-lo de alguma maneira em nossos lares e trabalho, nem que seja na forma de um singelo vasinho de gérbera ou suculenta! As coisas em geral mudaram muito no mundo nestes últimos 20 anos! A Natureza vem perdendo alarmantemente cada vez mais espaço no convívio com a humanidade, em detrimento das mudanças tecnológicas (impulsionadas pelo consumo), responsáveis por parte considerável de uma certa desarmonia hoje nas forças que sustentam a permanência do homem na Terra. Estas mudanças agem como algozes da Natureza, em vez de uma força inteligente e avançada a sua defesa! Mas existem exceções. A iluminação em Led é uma delas.

O Led é fascinantemente benéfico não só a eficiência energética e sustentabilidade do planeta, mas também (como vimos em várias postagens aqui no blog da Codlux®), aos bebês, as pessoas idosas, aos animais, a nossa saúde de um modo geral e agora, conforme veremos a seguir, também as plantas. Esta semana tem sido muito VERDE, com o "Dia da Árvore" e o "Dia Mundial sem Carro", celebrados agora junto com a entrada da Primavera, no dia 23. E para comemorar tantas datas boas para o meio ambiente e sustentabilidade, criamos este post super especial para você tirar todas as suas dúvidas (e medos) a respeito da ação do Led no mundo VERDE! Acompanhe a compilação de textos relacionados, tanto a produção como aos cuidados caseiros para plantas, flores e demais vegetais.

Boa leitura!
Luzes em LED para o crescimento de plantas

Os benefícios de manter plantas em ambientes fechados são comprovados e numerosos. As "plantas de interior" (conforme chamaremos a partir de agora as plantas de dentro de um ambiente fechado e fora de seu habitat natural ou jardim) ajudam a reduzir os níveis de CO2 e aumentam a quantidade de oxigênio no ar. As plantas também ajudam a elevar os níveis de umidade interna, que podem despencar durante os meses mais frios e secos como o outono e inverno. Elas reduzem a poluição de partículas interiores de poeira, pêlos e outros materiais diminutos. E, é claro, plantas de interior podem melhorar a sensação de calma e felicidade em uma pessoa também. A visão (e muitas vezes a fragrância) de uma planta vibrante e colorida pode ajudar a afastar a sensação de melancolia provocada por semanas intermináveis ​​de clima cinzento e frio - o chamado S.A.D. - também já tratado aqui no blog (leia mais a respeito AQUI).

Para crescer, as plantas de interior também precisam de:

-Luz do comprimento de onda azul para o crescimento das folhas
-Luz do comprimento de onda vermelha para floração e frutificação

No passado, produtores agrícolas de estufa utilizavam a luz solar natural. Mas a luz solar natural só está disponível durante o dia. Vieram então o uso de lâmpadas incandescentes, de sódio de alta pressão HPS (lâmpadas de luz comum para cultivo de vegetais com espectro de luz vermelho/laranja) e fluorescentes CFCs para iluminar as culturas em dias escuros e ambientes fechados, mas haviam algumas desvantagens em usar estas fontes de luz. As lâmpadas HPS consomem muita energia e funcionam a altas temperaturas, o que impede que sejam colocadas perto das plantas. Alguns tipos destas lâmpadas também contêm mercúrio, o que é muito problemático para o seu correto descarte. Luzes incandescentes também emitem muito calor e por isso, devem ser colocadas bem longe das folhagens das plantas. As lâmpadas halógenas fornecem luz de espectro total, mas assim como as lâmpadas incandescentes, produzem muito calor e consomem muita energia.

As luzes em Led atualmente, fornecem a melhor fonte de luz artificial de baixo calor com maior eficiência energética possível. O desenvolvimento e aprimoramento constante dos diodos emissores de luz (LEDs) nas últimas décadas introduziu os produtores a uma nova fonte de iluminação, que oferece muitas vantagens. Desde que a NASA começou a experimentar LEDs para o cultivo de plantas de interior nos anos 80, sabemos que diferentes espectros de luz têm efeitos amplamente variados nelas. Graças a estes espectros de luz variáveis disponível nos LEDs, estamos finalmente começando a entender a relação entre eles e o crescimento das plantas. Alguns espectros estimulam o crescimento vegetativo e outros, aumentam o rendimento em flores e frutos. Outros espectros parecem ter muito pouco efeito no crescimento das plantas. As plantas dependem principalmente de espectros vermelhos e azuis muito altos e, usam uma pequena quantidade de espectros amarelos, verdes, UV e vermelho vivo, para necessidades não fotossintéticas. Elas também precisam de um espectro de cores totalmente visível de fótons, em quase todos os comprimentos de onda possíveis, porém de modo invertido. Nos olhos humanos por exemplo, precisamos para enxergar e distinguir bem as cores principalmente dos comprimentos de onda amarelos. Os espectros azuis são muito brilhantes e os vermelhos, muito escuros. Como a tecnologia LED é personalizável, cada lâmpada é diferente e, portanto, devemos nos certificar que elas produzam os espectros de luz azul e vermelho necessários para as plantas de interior. E a iluminação através do Led também propicia maior flexibilidade no controle destes comprimentos de ondas de luz. Uma lâmpada Led apropriadamente "quente" (3.000K por exemplo) pode ser usada para acelerar o desenvolvimento da sua planta. E quanto mais brilho tiver esta lâmpada, maior será o crescimento. As plantas de interior fazem pouco uso dos comprimentos de onda verdes, refletindo-os de volta - por isso que as folhas das plantas nos parecem verdes (!).

NA AGRICULTURA

-Fazenda vertical 

O uso de sistemas de iluminação LED na agricultura "in door" para plantas de interior já conta com algumas décadas. E os avanços recentes nessa tecnologia têm viabilizado projetos cada vez mais ambiciosos, com fazendas fechadas cada vez maiores, cultivo de vegetais na região da Antártica, em regiões desérticas e mesmo em missões espaciais. Exemplo disso é uma parceria da Current (powered by GE) com a Jones Food Company Ltd. (JFC) para a construção da maior fazenda vertical da Europa - e uma das maiores do mundo. Instalada em Lincolnshire, Inglaterra, ela vai produzir até 420 toneladas de verduras por ano, numa área de 5.120 m2 (equivalente a 26 quadras de tênis). 



Seu sistema de iluminação LED com foco em horticultura emite um espectro luminoso capaz de otimizar o ciclo de crescimento de cada planta, para que ela seja colhida e servida no menor tempo possível, permitindo trazer a produção de vegetais para um nível industrial mais intensivo, o que se reflete na viabilidade comercial desse tipo de estrutura. A combinação de luz utilizada é vermelha, azul e branca – comprimentos de onda que proporcionam o crescimento da planta de forma eficiente. Além disso, as lâmpadas LED ajudarão a compor um ambiente com concentração adequada de CO², onde água e nutrientes serão levados diretamente às raízes das plantas. O projeto utilizará 90% menos água e 50% menos fertilizante que o cultivo tradicional. A área de plantio ficará isolada de contaminantes externos - até a hora da colheita, as plantas não serão tocadas por ninguém, pois tudo vai ser feito por meio de automação inteligente e robótica avançada. Enquanto isso, um sistema de análise de dados desenvolvido pela GE monitorará o consumo de energia no ambiente, assim como os dados provenientes dos diversos sensores, de forma integrada.

-Quem fabrica? 

Muitas empresas do setor de iluminação estão se embrenhando agora nesta vereda: em 2018 por exemplo, a gigante Samsung anunciou o lançamento de uma ampla gama de produtos hortícolas - equipamentos em Led que produzem um amplo espectro de luz para o crescimento saudável das plantas, como o sistema LM301H, que tem maior eficiência de fótons que os pacotes de LED brancos de potência média hoje - atendendo assim à necessidade global por uma produção de alimentos mais saudável e abundante na agricultura vertical (muito comum em lugares como a Europa, EUA e o Japão).



"Atualmente, existe um interesse crescente em alimentos saudáveis. A horticultura LED está desempenhando um papel fundamental na agricultura vertical e nas culturas de interior, por isso estamos procurando expandir suas aplicações em vários campos ", diz Chohui Kim, do Centro de Tecnologia LED da Samsung. A Markets And Markets, empresa de pesquisa de mercado, prevê que o mercado global de agricultura vertical terá um valor de US$ 18,4 bilhões até 2022.

-Gelado

Pesquisadores da Neumayer Station III, da Alemanha, comemoraram a primeira colheita de vegetais cultivados sem terra, luz solar ou pesticidas na Antártica, graças a uma estufa de alta tecnologia, que também utiliza um sistema de iluminação LED de alta performance (na imagem abaixo, o pesquisador Paul Zabel).



A lista inclui verduras, pimentão, rabanetes, pepinos e tomates, além de ervas (como manjericão, salsa e coentro) e a meta é colher de 4 a 5kg de alimentos por semana.

-O espaço e o deserto  

Na Estação Espacial Internacional (ISS), astronautas da NASA (agência espacial americana) já estão plantando vegetais, também de olho nos benefícios (nutricionais e psicológicos) que isso proporciona em missões espaciais de longa duração. 



Mas não é só no espaço que encontramos ambientes desafiadores para o cultivo de alimentos – nosso planeta também conta com muitas regiões que sofrem com a falta de luz e de água. E, com as mudanças climáticas, isso pode se tornar um problema ainda mais comum; afinal, um dos efeitos decorrentes do aquecimento global é a desertificação. Pensando nisso, vale a pena citar como exemplo uma nova fazenda vertical que será construída em Dubai, cidade que lida com a escassez de água.



Orçado em US$ 40 milhões, o projeto prevê a produção de três toneladas de vegetais por dia. As plantas crescerão graças à iluminação LED, consumindo pouquíssima água, misturada a uma solução com nutrientes específicos. A conclusão da obra está prevista para 2020. À frente da iniciativa estão a Emirates Flight Catering e a Crop One Holdings (startup do vale do Silício, nos EUA, com foco em cultivo indoor). A ideia é servir os alimentos provenientes da fazenda vertical nos voos da companhia e no saguão de aeroportos.

-High-tech

Chang Chen-kai faz parte da nova geração de Taiwan de fazendeiros high-tech que estão aproveitando a tecnologia de ponta de diodos emissores de luz produzidos na ilha para criar vegetais em estufa sob luzes de LED. Chang trabalha em uma estufa climatizada operada pela ARWIN, uma empresa de biotecnologia, onde as plantas crescem em uma água nutritiva, em vez de terra, e a temperatura e a umidade são controladas. As luzes de LED imitam o ciclo de dia e noite. Essas fazendas high-tech produzem em uma mesma área, uma quantidade maior do que a que seria produzida em solo, não precisando portanto dos tradicionais pesticidas tóxicos. 



Sob as luzes de LED, as plantas crescem duas vezes mais rápido por causa da intensidade luminosa e nutrientes da água, dizem os fazendeiros.

"Para cultivar vegetais na água (sob as luzes), você precisa de menos terra", diz Chang, "e você não precisa de pesticidas." 

Essas estufas estão ganhando muita popularidade por cultivarem de tudo, desde o alface comum até a exótica Mesembryanthemum crystallinum (ou planta-do-gelo), vegetal folhoso da África do Sul que parece ter gotinhas de água em suas folhas e pode chegar a até US$ 400 o quilo. A Urban Crops, empresa belga especializada no cultivo interno com sistema iluminação LED se orgulha do seu sistema completamente automatizado desenvolvido em Waregem, onde centenas de diodos LED, parecidos com os que começaram a substituir as tradicionais lâmpadas incandescentes nas casas, favorecem o bom desenvolvimento de alfaces e rúculas. No laboratório da Urban Crops, as plantas germinam em um substrato neutro e sem terra - já que esta as exporia a doenças vinculadas aos animais e a outros fatores externos. Posteriormente, uma fita transportadora as conduz a um espaço fechado, onde as plantas crescem sob a luz violeta das lâmpadas LED em um ambiente completamente controlado e alimentadas por um sistema hidropônico, de água misturada com a receita ideal de sais minerais e nutrientes essenciais. E sem pesticidas.



Essa luz violeta, nascida da união de LEDs vermelhos e azuis, ajuda no bom desenvolvimento dos vegetais, com a vantagem de não produzir calor, razão pela qual os diodos podem se situar a poucos centímetros das plantas. Isso também favorece a sucessão de andares de vegetais nas estantes.
A planta cresce entre duas e três vezes mais rápido que se estivesse no exterior, utilizando apenas 5% do consumo de água de uma agricultura tradicional.

-Por que é vantajoso?

Os LEDs também permitem que produtores escolham alguns espectros específicos de luz que necessitarem - próprios para horticultura - produzindo apenas os comprimentos de onda realmente utilizados pelas plantas (não devendo assim serem aplicados para o uso geral, em ambientes domésticos de nós, humanos). As plantas usam mais a luz vermelha e azul para a fotossíntese do que o verde e, o espectro de absorção das plantas pode ser efetivamente combinado fazendo uso do LED, que como fonte de iluminação em um jardim interno por exemplo, é muito mais adequado do que outras, cujas emissões de pico diferem amplamente do que é absorvido pelas plantas.

Alguns outros comprimentos de onda na luz em Led tem funções específicas para ajudar no desenvolvimento das "plantas de interior". 
Por exemplo:

-439 nm (azul) - bom para a absorção  da clorofila A
-450-460 nm (azul royal) - bom na absorção de beta-caroteno
-469 nm (azul) - bom para absorção da clorofila B
-430-470 nm  - importante para a absorção da clorofila A e B, essenciais para o crescimento vegetativo
-480-485 nm - bom para absorção do beta-caroteno
-525 nm (verde) - bom ativador fototrópico
-590 nm é fundamental para a absorção de carotenoides (compostos estruturais e nutricionais que armazenam amido)
-590 nm (vermelho) - bom para a absorção da ficoeritrina, pigmentos de clorofila responsáveis ​​pela fotossíntese
625 nm - bom para a absorção de ficocianina, um complexo de proteínas pigmentares que colhem luz para a clorofila
642-645  - bom para a absorção da clorofila B
660 nm (super-vermelho) - importante para o florescimento
666-667 nm - bom para a absorção da clorofila A
730 nm (vermelho claro)  - bom para a reciclagem de fitocromos

Os LEDs fornecem a produtores agrícolas e floricultores, a oportunidade única de usar um espectro de luz que podem ser adaptados para proporcionar o máximo benefício para as plantas e ainda minimizar a energia desperdiçada na produção devido a sua eficiência energética. Diversos LEDs em diferentes comprimentos de onda podem ser combinados para fornecer uma fonte de iluminação ideal que segue a curva de sensibilidade da maioria das plantas.



Além disso, existem várias outras vantagens do uso de LEDs na horticultura, incluindo:

-Geometria: como a radiação luminosa que cai em uma planta é inversamente proporcional à distância entre a fonte de radiação e ela, é vantajoso aproximar as plantas da fonte de luz. Luzes em LED podem ser colocadas mais perto das plantas do que se fosse com outros tipos de lâmpadas, porque os LEDs tem uma luz mais fria (literalmente não emitem calor excessivo) que outras luzes comuns, que produzem muito calor e queimam as folhas se postas numa distância próxima.
-Eficiência: a eficiência energética no gasto de energia dos LEDs é muito maior do que outras luzes de crescimento, o que ajuda consumidores produtores a economizar em suas contas de energia elétrica.
-Durabilidade: o tempo de vida de um LED é definido como "quanto tempo ele leva para cair para 70% do seu valor original". E isso significa cerca de aproximadamente 50.000 horas - muito mais do que a vida útil típica de lâmpadas fluorescentes ou incandescentes.
-Qualidade espectral: a qualidade espectral de uma fonte de iluminação LED cuidadosamente escolhida pode ter efeitos dramáticos sobre a anatomia da planta, morfologia e desenvolvimento de patógenos
-Tamanho pequeno: o tamanho diminuto e absolutamente compacto dos equipamentos em LED atuais permite ter mais opções para a instalação da fonte de luz e, consequentemente, mais espaço para o crescimento das plantas.



Vários pesquisadores experimentaram o uso de diferentes intensidades e comprimentos de onda para cultivar diferentes culturas. É importante entender que culturas diferentes podem se comportar de maneira distintas sob diversos níveis de iluminação e, diferentes receitas de luz podem ser necessárias para cada cultura, mas no geral, o uso do Led causa um aumento considerável no crescimento das plantas. Embora a luz vermelha (de 3.000K para baixo) seja suficiente para o crescimento das plantas, a luz azul (de 4.500K para cima) é importante para aumentar a espessura das folhas e o número de cloroplastos. Por exemplo, plantas de arroz cultivadas sob uma combinação de LEDs azuis e vermelhos mostraram taxas fotossintéticas mais altas do que aquelas cultivadas sob iluminação vermelha comum.

EM CASA



Os LEDs estão a caminho de substituir os sistemas de iluminação em muitas residências novas e recém-renovadas (retrofit). Luzes de diodos emissores de luz (LED) são também frequentemente usadas para estimular o crescimento das plantas domésticas. As plantas utilizam diferentes comprimentos de onda de luz para promover o crescimento vegetativo e a floração. As luzes LED são muito eficientes e capazes de produzir o tipo de luz necessário para as plantas. A adição de algumas poucas lâmpadas verdes, embora não tão essenciais para o crescimento das plantas como o azul ou o vermelho como mencionado anteriormente, torna mais fácil avaliar visualmente as plantas quanto a danos.

-Crescimento Vegetativo 

De acordo com o Serviço de Extensão da Universidade Estadual do Oregon, a maioria das plantas utiliza luz na parte “azul” do espectro de luz visível para promover o crescimento vegetativo. Luz com comprimentos de onda entre 430 e 460 nanômetros tem uma aparência azulada.

-Floração

O Serviço de Extensão Universitária também afirma que as plantas utilizam a luz na parte “vermelha” do espectro de luz visível para promover a floração e o brotamento. Luz com comprimentos de onda entre 650 e 700 nanômetros tem uma aparência avermelhada.

-Produtos

Fabricantes de LEDs oferecem diferentes cores de luz. Os consumidores devem comprar LEDs específicos que emitam o tipo de luz vermelha e o tipo de azul que as plantas utilizam para a floração. Luzes em Led convencionais para iluminação de ambientes internos não tem os mesmos comprimentos de ondas que os exigidos para algumas plantas por exemplo.

-Lumens 

Os lumens são uma medida usada para medir a intensidade de uma fonte de luz. De acordo com os serviços especializados, os LEDs produzem uma quantidade generosa de 20 lumens por watt na energia consumida. O Sol é uma fonte de luz muito produtiva para estimular o crescimento das plantas porque o sol emite uma luz branca extremamente intensa. A luz branca do Sol também emite todas as cores de luz no espectro visível, incluindo azul e vermelho.

-Luz natural

Estima-se que entre 30 a 50% da radiação solar seja bloqueada por estruturas de efeito estufa e envidraçamento, antes de chegar às plantas. Em áreas com invernos longos e escuros e temporadas de crescimento curtas, este é um desafio ainda maior e requer o uso de iluminação suplementar para otimizar os cuidados com as plantas. Quais as melhores fontes de iluminação para operações internas? Os LEDs.

-Custos

Os LEDs são 66% mais eficientes que as lâmpadas HPS (sódio de alta pressão). Se você incluir o controle remoto oferecido por alguns LEDs - que não estão disponíveis nas luzes HPS - a eficiência de energia será ainda maior. Economiza-se de 75 a 80 por cento em relação as HPS. De acordo com o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), os custos de energia são a terceira maior despesa para a grande maioria dos produtores por exemplo, com a iluminação representando uma parte significativa disso.

-Maiores e melhores

Sistemas de iluminação oferecem controle binário. Ou seja, ou eles estão ligados ou estão desligados. Se estiverem ativados, eles emitem o mesmo espectro fixo para cada planta, embora possam variar em intensidade, dependendo do período de tempo de substituição (lâmpadas antigas significam menor intensidade). Então, cada planta basicamente obtém a mesma saída espectral que todas as outras, mesmo que você tenha variedades diferentes no mesmo espaço. Se você não dá a todas as plantas os mesmos nutrientes, por que você lhes daria a mesma luz?

-Calor

No lado positivo, você pode colocar a lâmpada LED diretamente nas plantas sem queimá-las com o calor. Então a intensidade da luz será tão boa quanto possível. Plante por exemplo algumas sementes e experimente. Se não der o resultado que você quer, você não terá consumido muita eletricidade a toa. Colocar um espelho ou outra superfície reflexiva debaixo das plantas também ajuda a refletir melhor a luz nas folhagens.

-Sabor

Com o LED, hardware e software podem criar fórmulas ou receitas leves exclusivas para destacar as características das plantas que eles sabem que as tornarão mais comercializáveis. Por exemplo, na empresa LumiGrow, recentemente realizaram um pequeno estudo com manjericão. A equipe de pesquisa cresceu o manjericão sob cinco diferentes tratamentos de luz. Em um teste de sabor cego, eles encontraram uma diferença muito perceptível no resultado, dependendo de qual porcentagem de luz era usada, notando que a luz azul produzia um manjericão de sabor mais picante, aromático e saboroso. O controle de espectro da Luz obtido com o Led, é o novo “molho secreto” que os produtores estão usando para produzir os alimentos e flores diferenciados que seus clientes tanto desejam.

-Saúde

LEDs significam um ambiente de trabalho mais saudável. A capacidade de orientar o crescimento das plantas com LEDs significa que há menos necessidade de hormônios vegetais. Além de reduzir a necessidade de hormônios, alguns estudos mostraram que os LEDs também podem reduzir ou eliminar a necessidade de pesticidas, beneficiando ainda mais os trabalhadores, que não precisam mais ficar expostos a essas substâncias tóxicas. A redução do calor destinado às plantas significa menos evaporação e menos fertilizante, de modo que a exposição ao "ensopado químico" é reduzida. Reduzir o uso de hormônios vegetais, pesticidas e fertilizantes em espaços confinados, como estufas e operações de cultivo interno, significa um ambiente mais saudável para as pessoas que lá trabalham.

-Paisagismo

Por fim, ao explanarmos todo este cenário da relação de Led com o verde, damos várias amostras de que a iluminação eficiente em Led realmente traz benefícios incontestáveis ao nosso dia-a-dia, inclusive a nossa saúde! E ao falarmos também então da estética da luz em Led para as plantas e flores? Aí entra o projeto luminotécnico para o paisagismo. Um pouco diferente do conceito de cultivo "in door" ou "plantas de interior", o paisagismo em Led cuida do cênico, aliado a segurança nos ambientes externos abertos, com muita vegetação. E, mesmo em lugares em que não se pretenda criar um verdadeiro jardim fechado mas sim, ter alguma vegetação decorativa pontuada, vale o mesmo conceito de iluminação em Led a projetos convencionais: a Função do ambiente deve prevalecer ante o "detalhe pequeno", de modo que este não interfira no projeto luminotécnico como um todo. Então, se quiser dar destaque para aquela samambaia de metro pendurada no canto da sala, pontue-a com uma luz em Led amarela 3.000k por exemplo, e respeite todas as outras indicações da parte técnica. Já do lado de fora, deve-se aliar sempre a boa iluminação no destaque da vegetação (e isso considera também a correta temperatura de cor, para não deixar as folhagens do local "lavadas", com o tom errado de luz) a segurança na circulação de pessoas, dependendo do projeto. Considerando que a Luz em Led não traz malefício algum aos vegetais de modo geral, como no jardim elas serão acesas apenas a noite, praticamente não existem motivos para preocupações com supostos "efeitos colaterais", a não ser em possíveis erros de projetos que causem uma má aplicação da correta função da luz para cada equipamento em Led especificado no projeto - algo que todo profissional em luminotécnica deve obrigatoriamente evitar.


Andre Caixeta em projeto luminotécnico para a Universidade Mackenzie

A Codlux® tem em seu expertise vários atendimentos feitos por Andre Caixeta e Marcos Britto em projetos paisagísticos, como o realizado por ambos a Universidade Mackenzie de São Paulo (imagem abaixo).


Veja também outro exemplo de projeto em Led para jardins realizado pela Codlux® AQUI.

Leia mais postagens publicadas no Blog sobre paisagismo AQUI.


LUZ QUE TE QUERO VERDE! 
Outras relações curiosas da luz artificial com as plantas 

Iluminação 

Uma luminária que lembra as estufas caseiras, mas com um design elegante e original e reforçada pela tecnologia. Assim é a Viride (imagem abaixo), do estúdio Goula Figuera. Composta de um ou mais painéis de LED com um esquema de cores adequado para interiores e, ao mesmo tempo, conveniente para o crescimento de plantas.



As luzes podem ser programadas para ligar e desligar periodicamente, garantindo que cada planta receba a quantidade adequada de iluminação. Possui também um pequeno motor que gira em baixa velocidade para garantir uma iluminação homogênea, além de um umidificador ultrassônico para ambientes mais secos ou com pouca ventilação. 

Cultivo 

Cientistas da Lituânia descobriram que uma iluminação à base de LEDs aplicada durante apenas três dias, é capaz de melhorar a qualidade nutricional de verduras e legumes, principalmente dos vegetais verdes folhosos. A tecnologia com tratamento dos vegetais com luz em Led poderá ser aplicada em estufas para reforçar os nutrientes deles no período pré-colheita. O experimento foi feito em plantações de alface, orégano e cebolinha. Os vegetais foram cultivados em estufa, sob luz ambiente, com um reforço de iluminação noturna em Led, do mesmo tipo encontrado na maioria dos aparelhos eletrônicos.



O resultado foi uma redução no nível de nitratos nos vegetais que variou de 44 a 65%. Além de diminuir a concentração de nitratos danosos à saúde, o fluxo de fótons de alta densidade gerado pelos LEDs também elevou os níveis de nutrientes dos vegetais. Segundo Giedre Samuoliene, coordenador da pesquisa, a tecnologia é diferente da já difundida prática das lâmpadas de sódio (que tem maior quantidade de calor radiante), já que os LEDs têm luz fria, permitindo uma maior intensidade na fotossíntese. Além disso, a técnica exige um tratamento curto, pouco antes da colheita, em vez de uma iluminação durante o ciclo completo da cultura.



No centro da cidade de Paris, a startup Agricool cultiva morangos com luzes LED. Ela desenvolveu uma tecnologia para produzir morangos sem necessidade de exposição solar, nem tão pouco de terra. Na rua Louise-Weiss, em Paris, foi colocado um contentor revestido a madeira, onde os morangos crescem graças a um sistema de luzes LED. Quem já provou elogia o sabor.


Flores 

A iluminação artificial de intensidades mais elevadas está sendo usada atualmente para as culturas de gerbera, principalmente devido aos custos relativamente baixos das lâmpadas LED, ainda mais eficientes. A fim de obter informações sobre o aumento da produção com vários sistemas de iluminação de alta capacidade, um experimento foi realizado com três sistemas de iluminação. Uma cultura de gérbera foi combinada com luzes de HPS e LED, em três estufas de 144 m2. Diferentes pontos de ajuste de luz e temperatura foram usados ​​para investigar os efeitos da soma das luzes e dos espectros de luz em combinação com a temperatura do ar de estufa, junto a temperatura da planta no crescimento, desenvolvimento e sua produção. 



Esperava-se que uma temperatura mais baixa na planta sob iluminação HPS com temperatura do ar também baixa, resultasse em um crescimento mais generativo, mas isso não ocorreu. Mesmo assim, a gerbera durante os meses de inverno produziu mais flores sob iluminação conjunta HPS e LED. Embora os produtores suspeitassem que, sob iluminação LED a infecção por botrytis poderia aumentar (devido à falta de calor irradiante para a cultura), nenhum aumento na infecção por botrytis foi de fato observado. Medidas adicionais de temperatura do ar e da planta sob iluminação de LED e HPS foram realizadas para investigar a influência de ambos os fatores na taxa de iniciação e desenvolvimento de flores gerbera. Estes resultados estão sendo apresentados e discutidos gradualmente na comunidade à luz da otimização das condições de cultivo para gerbera.

Experimentos 

E se, em vez de um abajur, você tivesse no criado-mudo ou junto ao sofá um vaso para iluminar o ambiente? Essa realidade pode estar um pouco distante, ainda, mas a ideia já começa a ganhar forma. Engenheiros do MIT (Massachusetts Institute of Technology) criaram plantas que emanam luz.
Eles já conseguiram fazer com que pés de agrião brilhassem por quatro horas. Para fazer o agrião emanar luz, os cientistas usam uma enzima chamada luciferase – a mesma que faz os vagalumes brilharem. Essa enzima faz com que moléculas chamadas de luciferina emitam luz. Uma outra substância, chamada de coenzima A, ajuda no processo. 



Segundo o MIT, tentativas anteriores de criar plantas luminosas haviam se baseado em engenharia genética, o que era mais trabalhoso e ficava limitado a uma espécie de planta. Com essa nova técnica, os cientistas da engenharia química do MIT já conseguiram fazer com que rúcula, couve e espinafre também brilhem. Com mais estudos e pesquisas, os cientistas esperam que as plantas possam iluminar ambientes inteiros. Eles ainda querem desenvolver uma maneira de “pintar” ou aspergir essas substâncias nas folhas das plantas. Assim, até árvores poderiam substituir postes de luz nas ruas, ajudando a levar luz mesmo a lugares onde a eletricidade não é de fácil acesso.

Arquitetura 

O telhado do seu prédio ou o quintal de sua casa poderá ter um jardim que, além dos benefícios como o visual e clima mais agradáveis, irá gerar também eletricidade! Essa é uma das propostas da empresa holandesa Plant-e, que oferece produtos baseados em uma tecnologia que permite gerar eletricidade de plantas vivas.



Durante a fotossíntese, as plantas produzem material orgânico que é eliminado no solo pelas raízes. Entram em ação microrganismos, como bactérias, encontrados naturalmente no solo: eles “quebram”, ou decompõem, esse material e, no processo, liberam elétrons que podem então ser utilizados para gerar eletricidade. Segundo a empresa, pesquisas mostraram que as plantas não são prejudicadas pela “colheita de elétrons” e podem crescer normalmente enquanto a eletricidade é gerada. A tecnologia foi desenvolvida na Universidade Wageningen, na Holanda, e patenteada.

Design 

O designer holandês Ermi van Oers criou a Living Light, uma lâmpada que usa uma planta para produzir a sua eletricidade. Sim, é isso mesmo que você leu. Esta lâmpada acende utilizando a energia produzida por plantas no processo de fotossíntese. A tecnologia foi apresentada na Dutch Design Week e promete revolucionar o mercado com sua autossuficiência, que dispensa uma tomada como fonte de energia. O sistema, baseado na chamada energia microbiana, já está sendo utilizado em cidades como Roterdã, Holanda para iluminar parques. “O potencial desta lâmpada é enorme. As luzes de rua poderiam ser conectadas a árvores. As florestas poderiam se tornar usinas de energia. Campos de arroz na Indonésia poderiam produzir alimentos e eletricidade para a população local”, afirmou o profissional. 



Conforme uma planta faz fotossíntese, suas raízes liberam compostos orgânicos. Ermi van Oers “alimentou” o solo com bactérias que interagem com esses compostos e liberam elétrons que são transportados por um fio ligado ao vaso e conectado a um anel de LEDs. Quando um usuário toca as folhas da planta, o processo se intensifica e a luz se acende. Apesar de ser uma solução inovadora e sustentável para o problema energético, o desafio é a quantidade de energia necessária para abastecer grandes regiões. E, claro, muitas plantas são necessárias para se acender uma lâmpada. Isso porque, embora a planta possa produzir energia sempre que em contato com a luz solar, ela leva um dia inteiro para produzir a quantidade energética necessária para acender uma lâmpada por 30 minutos. Eis o próximo desafio que os pesquisadores estão tentando resolver.



A Grasslamp é uma luminária criada pelo designer sérvio Marko Vuckovic e tem desenho minimalista que traz um espaço para o cultivo de um jardim de verdade, dispensando o uso de terra. Usando a técnica hidropônica, a estrutura é capaz de cultivar 40 tipos diferentes de plantas que só necessitam de um pouco de água, algumas vezes por dia. Seus 90 LEDs no abajur geram 60W de luz indireta. A versão mais simples custa US$ 399 e a com suporte para teto ou piso, US$ 799.


Futurista

Se você mora em um apartamento na cidade sem muita luz solar, começar um jardim pode ser um desafio. A lâmpada Mygdal da Nui Studio (um coletivo de design em Halle, na Alemanha), parece a solução perfeita. É completamente livre de manutenção - pode cultivar plantas sem luz solar ou água. A lâmpada LED pode aumentar qualquer tipo de planta pequena, diz a co-fundadora do estúdio, Emilia Lucht, à Tech Insider. A base de alumínio armazena a água e periodicamente a alimenta ao leito do solo. A equipe projetou uma versão de 13 x 10 polegadas que trava e uma versão de 27 x 19 polegadas. O vidro feito à mão tem uma cobertura eletricamente condutora, o que faz com que pareça estar brilhando por todos os lados. 



O jarro é um ecossistema exuberante e autossustentável. No lugar da claridade natural, uma luz em LED é calibrada para entregar exatamente o tipo de brilho necessário para manter o ornamento vivo. Os modelos são comercializados em formatos que lembram obras de arte. A ideia é oferecer design perfeito para encaixar até plantas mais exóticas. As lâmpadas em LED são posicionadas de maneira que a planta seja iluminada de modo adequado. De maneira inteligente, as luzes desligam e voltam a ligar dependendo da necessidade energética do vegetal. Modelos como o Viride Uno têm um painel único para iluminar plantas aéreas. Elas crescem longe do solo e obtêm nutrientes do ar.

Inovação 

O escritório de design BIG volta a colaborar com a Artemide, desta vez para a concepção da “Gople”, uma luminária transparente em forma de pílula que promete nutrir o ambiente, aumentando a vida das plantas e também a percepção dos humanos no espaço circundante. A Gople Lamp reconcilia os espaços com a natureza através da sua luz. Seu corpo é feito de um vidro soprado na boca -  produzido de acordo com uma antiga técnica veneziana tradicional - e inclui uma tecnologia de luz em Led  RWB patenteada em 2010, que ajuda as plantas a crescerem, criando também efeitos cênicos ou de ambiência, além de uma iluminação branca mais funcional. Em vez do led multicolorido RGB tradicional (Red. Green, Blue - Vermelho, Verde, Azul) usa-se o RWB (Red, Withe, Blue - Vermelho, Azul, Branco), bem melhores para as plantas. 



O sistema RWB, patenteado em 2011, é um novo paradigma, uma maneira diferente de abordar a luz colorida - e não mais o RGB (vermelho-verde-azul). O RWB (vermelho-branco-azul) produz uma luz que é respeitosa ao meio ambiente. A Gople Lamp RWB calibra suas emissões de acordo com os valores PPFD necessários em duas fases, onde o fornecimento adequado de luz é crucial: a fase de multiplicação, acompanhada por radiações azuis com comprimento de onda de 425-450 nm e a fase de florescimento, suportada por radiação vermelha entre 575 e 625 nm.

O caso da Pimenteira  

Esta linda pimenteira da "A Kuka Vai Pegar", um charmoso Café-Bar aqui ao lado da Codlux®, estava meio caidinha em um cantinho, quando foi colocada cerca de 20 cm abaixo de uma lâmpada Led PAR 20 de 3.000K - instalada em um pendente aramado para dar destaque aos deliciosos bolos e salgados.



As pimentinhas já estavam secando, as folhinhas caindo, mas surpreendentemente, ela reagiu muito rápido, florindo em uma semana, aumentando o viço de suas folhas e dando frutos em bem menor tempo!



Deixamos ela por várias semanas debaixo desta luz em Led, e o que percebemos foi uma notável reação da planta ao estímulo que o Led amarelo oferece - o que, pelo menos para nós da Codlux®, comprovou na prática que as plantas gostam muito da luz em Led.

A Orquídea

E se você ainda tem alguma dúvida quanto a efeito benígno que o Led causa nas plantas e flores, olha a alegria desta Orquídea aqui na A Kuka Vai Pegar !
A flor permanece deslumbrante, parece mesmo gostar do estímulo que o led amarelo cria nela. Linda! Se fosse uma lâmpada comum tão pertinho assim (uma incandescente ou halógena) a planta já teria cozido...




Conclusão: 

Todo Led bem aplicado hoje em sua casa ou empresa não fará mal algum as suas flores e plantas, podem ficar tranquilos!

Um maravilhoso início de Primavera a todos!

Robson Giro especial para a Codlux® - Luz em Led

Fontes: Gardening Stack Exchange, GPN Mag, Sciencing, Maximum Yield, ISHS (actahort.org), Todays Homeowne, Época Negócios, Catraca Livre, Businessinsider, Casa Vogue, Inovação Tecnológica, G1, Showmetech, UOL, Euronews, Agro Link     

Codlux® - Luz em Led

Luz é Função. Estamos empenhados nisso. 
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