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Dia Mundial do Consumidor


Olá!

Hoje é o Dia Mundial do Consumidor.
O nosso dia.

É também dia de lembrarmos dela: a Terra 🌍.
Lar de onde tiramos tudo. E não repomos nada.

Mais que um dia de promoções e descontos, hoje é o dia da grande reflexão: questionar processos e empresas, cobrar governos, garantir o futuro as novas gerações e mudar hábitos. Como fazê-lo?

-Questionar processos e empresas 

Compramos e consumimos uma variedade de produtos e serviços todos os dias. Além das necessidades básicas, estas incluem itens de luxo e inovações tecnológicas destinadas a melhorar a eficiência. Existem porém questões importantes em torno do consumismo que precisam cada vez mais ser abordadas.
Como os produtos e recursos que consumimos realmente são produzidos?
Quais são os impactos desse processo de produção no meio ambiente, na sociedade e nos indivíduos?
Como os hábitos de consumo mudam conforme as sociedades também mudam?
Quanto do que consumimos é influenciado por fatores externos versus nossas reais necessidades?
Como os valores materiais influenciam nossos valores pessoais e relacionamentos com o mundo que nos cerca? E assim por diante…
Somos muito bons em nos enganar sobre nossos impactos ambientais no planeta.
Nós nos lembramos das boas coisas que fazemos e esquecemos as ruins.
Como consumidores, estamos no centro de toda mudança e precisamos ser o ponto de partida para a economia considerar como os padrões de consumo evoluirão.
Você sabia que o tipo de shampoo que você compra pode afetar espécies ameaçadas?
Por mais louco que possa parecer, as escolhas diárias que fazemos quando compramos produtos como salgadinhos e cosméticos podem realmente ter um impacto muito real sobre os animais em todo o mundo.
A razão pela qual você provavelmente nunca notou um recibo que dizia “sua compra ajudou a financiar o desmatamento na Indonésia” é porque as empresas trabalham arduamente para se distanciar de suas cadeias destrutivas de suprimentos.
Afinal, se você soubesse que sua loção corporal contribuiu para a extinção do orangotango de Sumatra , você compraria? Parece que as pessoas ignoram estes fatos e continuarão a viver suas vidas da maneira usual e as empresas, também continuarão a operar de maneira errada normalmente.
As pessoas concordarão em pagar mais pelo que querem, independentemente do impacto.
À medida que as vendas crescem, as empresas poderão pagar o preço mais alto da energia.
Embora possa ser difícil convencer as empresas a alterar completamente seus negócios para evitar danos ambientais (talvez esse possa ser o objetivo final!), é fácil mudar nossos hábitos de consumo individuais para garantir que o produto que compramos não está financiando um negócio sujo.

Por exemplo:

01- Evite comprar produtos de marcas que contribuem para o desmatamento e a degradação do habitat natural

02- Compre produtos cujos lucros realmente vão para ajudar ambientes naturais, espécies ameaçadas e pesquisas ambientais

03- Seja um inimigo do plástico: não compre mais produtos que contenham plásticos ultra resistentes em suas embalagens

04- Dê preferência a itens embalados em invólucros que possam ser reciclados e mesmo degradados naturalmente com maior rapidez

06- Comunique-se com sua marca preferida e questione-a de como ela neutraliza o carbono que emite na natureza durante seus processos de fabricação. Normalmente este processo é feito plantando florestas ou reflorestando áreas desmatadas, conservando aquíferos etc...

07- Não compre itens que não tenham descriminados de forma clara nos rótulos das embalagens os componentes/ingredientes que compõem os produtos

08- No caso por exemplo de Lâmpadas Led, jamais compre-as sem o devido selo do INMETRO. Ele garante a eficiência energética do produto que, por si só, já é altamente sustentável. Leia mais a respeito AQUI.

-Cobrar governos

As economias baseadas no consumismo (onde crianças são encorajadas a desejar itens desde a infância), tem na aquisição em massa de bens e serviços a sua principal estratégia econômica para que seus governos tentem sair de uma possível crise. O consumo excessivo é talvez uma das maiores causas da destruição econômica, ambiental, política e social no mundo atual. Tem como mudar esta situação?
Sim.
O primeiro passo é estar consciente e ciente disso.
O próximo passo é trabalhar em direção à mudança uma interna, a fim de definir nossas prioridades corretamente; reconhecer que a satisfação interior nunca pode ser alcançada através do consumo material. A maioria de nós é condicionada a acreditar que reduzir, reutilizar e reciclar é para aquelas pessoas que não podem pagar por um bem novo! E, de fato, desigualdades no consumo atual são cruéis: globalmente, 20% das pessoas do mundo nos países de renda mais alta respondem por 86% do total das despesas de consumo privado - os 20% mais pobres, respondem com um minúsculo 1,3%.
Mas isto não quer dizer necessariamente que um país precise produzir desenfreadamente coisas e mais coisas para que a sua população movimente corretamente a roda da economia.
Pelo contrário: uma produção mais eficiente e menos poluente, que poupe recursos naturais (e respeite as outras formas de vida existentes no planeta Terra) é algo que podemos alcançar a médio-longo prazo, pois o poder de regeneração da Natureza ao cessarmos agressões contra ela é algo impressionante. Portanto, eleger e cobrar dos políticos e governantes comprometidos com estas mudanças e também com as metas estabelecidas nos tratados e convenções internacionais sobre o tema "Economia Sustentável" é sempre o melhor atalho para encurtarmos um pouco a longa caminhada rumo a um planeta que continue dando suporte a vida!
Você por um acaso acompanha se os seus candidatos estão colocando em suas agendas legislativas e executivas as promessas feitas em campanhas eleitorais para uma cidade, um estado e um país melhor e mais sustentável?

-Garantir o futuro as próximas gerações!

Há um século, a expectativa de vida na Europa e nos EUA era de menos de 50 anos. Agora são cerca de 80 anos. E a proporção de consumidores com 65 anos ou mais está aumentando em muitos outros países. Os maiores de 65 anos agora estão gastando mais dinheiro do que as gerações mais jovens. E estes mesmos jovens viverão amanhã mais que os idosos de hoje, consumindo e muito.
A Natureza suportará?
Atualmente os microrganismos podem ajudar a diminuir boa parte do nosso lixo, mas não tão rápido quanto o nosso poder de produção industrial.
Árvores e plantas podem absorver nosso dióxido de carbono, mas não rápido o suficiente quanto o emitimos na atmosfera.
Estamos derrubando árvores mais rápido do que elas podem crescer, estamos pegando peixes mais rápido do que os oceanos podem criar, estamos bombeando mais água dos rios e aquíferos do que as chuvas podem reabastecer e, estamos emitindo mais CO2 - que aquece o clima com seu dióxido de carbono - que os oceanos e as florestas podem absorver.
Educar os cidadãos de forma social para que eles não busquem a felicidade plena através do consumo excessivo será uma tarefa gigantesca para tentarmos restaurar o equilíbrio natural das coisas para as próximas gerações.

-Mudar hábitos 

Você nunca ficou perplexo com a quantidade de coisas que possui? Nunca se perguntou se iria usar tantas roupas assim? Ler tantos livros? Ver mais de uma vez aquele mesmo filme em dvd?
Você nunca questionou o que faria com todos os seus itens acumulados? E como poderia mudar isso?

Aqui vão então algumas dicas úteis:

01- Pare de fazer compras como um hobby. Você economizará tempo, dinheiro e reduzirá a desordem pessoal ficando fora das lojas e fazendo compras "apenas por diversão".

02- Faça uma lista e siga-a fielmente. Se você precisar comprar um novo par de jeans, quando for à loja, encontre o par de jeans e não procure absolutamente mais nada - ignore as prateleiras de vendas e cartazes de promoção!

03- Preserve apenas os itens encostados em casa  que você um dia realmente usará. Mantenha apenas as coisas que você precisa ou realmente gosta. Passe todo o resto para outra pessoa ou doe.

04- Alugue, empreste ou compre digitalmente. Em vez de comprar todos os livros e DVDs que você quer, tente alugar, pedir emprestado de um amigo ou comprar digitalmente.

05- Compre roupas duas vezes por ano. Avalie seus guarda-roupas duas vezes por ano (primavera/verão e outono/inverno). Compre as coisas que você precisa para as estações do ano no início da temporada. Uma vez que seu guarda-roupa para essa temporada estiver completo, pare de comprar roupas!

06- Pare de comprar coisas só porque "é um bom negócio". Se você não comprou no preço normal, muito provavelmente também não precisará do item se ele estiver com tentadores 75% de desconto.

07- Saiba onde você está mais tentado a gastar. Pode haver certas lojas (tanto físicas quanto on-line) que você não resista em comprar alguma coisa. Uma vez que você sabe onde mora a sua 'fraqueza', mude seus hábitos de compra.

08- Pare de comprar brinquedos durante o ano todo. A maioria das crianças ganha um monte de brinquedos no Natal e em seus aniversários. Não afogue sua casa na desordem do brinquedo. Em vez de comprar brinquedos, compre experiências!

09- Trate presentes como flores: aprecie o presente que lhe foi dado, seja educado e gentil dando atenção a quem o presenteou, mas não deixe que uma "culpa" o faça manter algo que você não realmente não precisa, não gostou ou não deseja: leve o presente de volta (se você souber onde ele foi comprado) para o crédito da loja ou, dependendo do item que for, você pode doá-lo a uma unidade assistencial, abrigo infantil ou centro de gravidez.

10- Não consuma mais em feriados e outras ocasiões especiais. No Natal os filhos recebem uma abundância de presentes de avós, bisavós, tias e família numerosa. E também num passado recente, demos a eles 'algo que precisavam, algo para vestí-los e algo para lerem'. Durante o ano, filhos devem receber 3 presentes especiais de nós. E só!

11- Ao comprar músicas, os downloads são melhores: não há plástico, caixa de CD, papel ou custos de envio no preço final do produto. Um player de música portátil ou um celular podem adaptar-se ao som do seu carro, dock station de casa e mesmo na rua, onde você pode ouvir todas as suas músicas, assistir videos e jogar games transferidos tranquilamente (e sem culpa).

12- Compre comida a granel como nozes, cereais, granola, biscoitos, arroz e doces das lojas que incentivam esta economia nas embalagens. Você pode até mesmo trazer suas próprias sacolas de algodão reutilizáveis e pedir ao funcionário do estabelecimento que a pese primeiro para determinar a tara (e só depois você a encherá com os alimentos que for comprar).
Com base em "comprar a granel", traga seus potes para comprar comida pronta fora de casa. Comprar uma garrafa de água reutilizável e enchê-la em uma torneira de água potável em vez de pagar por garrafas plásticas cheias de água no mercado também é uma excelente dica.

13- Compre mais itens usados em bom estado ou troque os seus por eles como roupas, ferramentas de jardinagem, artigos para bebês, material escolar, etc.

14- Veja se a sua companhia de energia elétrica oferece algum tipo de "energia verde" ou subsídio para comprar energia mais barata. Ligue para a companhia e pergunte se você pode se inscrever em algum tipo de programa de incentivo. O mesmo vale para a companhia de água, de telefone, de internet etc.

15- Compre itens de alimentação diretamente do produtor . Quando a primavera chegar, verifique se há algum mercado comunitário perto de você. Comprar diretamente de um fazendeiro corta as os custos industriais como necessidades de transporte, embalagens etc, além de  apoiar o produtor local em sua comunidade.

16- Recicle eletrônicos quando eles pararem de funcionar definitivamente. Junto a reciclagem, você também pode levar eletrônicos em condições de funcionamento para a entidades que os redirecionem a doação ou venda local ou pela internet.

17- Compre presentes feitos à mão. Apoiar o artesanato de um artista independente local em vez do dono de fábrica chinesa é um ato mais generoso e muito sustentável.

18- Compre orgânico sempre que puder. Comida orgânica não é muito mais cara do que a não-orgânica e vem sem todos os pesticidas e hormônios inclusos na comida comum. Evite estar exposto a coisas muito tóxicas que, alguns anos adiante, farão mal a sua saúde e a de seus filhos.

19- Ao comprar roupas novas, confira as linhas ecológicas feitas parcialmente ou totalmente de plástico reciclado ou partes de roupas customizadas.

20- Quando você puder, compre menos. Esse é o aspecto mais importante de tentar melhorar seus hábitos de consumo porque, se você não está comprando nada, não estará impactando negativamente nada. Uma família média americana tem hoje em casa cerca de 915 metros quadrados de itens diversos ocupando seu espaço. Eles precisam de tudo isso? Provavelmente não. Comprar por comprar não faz nenhum sentido financeiro a você como também, nenhum sentido sustentável para o nosso planeta!

21- Doe aqueles remédios que ainda estejam com a sua validade em dia para instituições que os coletem. É o tipo de ação que pode aliviar um sofrimento e mesmo salvar uma vida, dependendo o tipo de medicamento! Muitas pessoas não tem dinheiro nem para se alimentar adequadamente, que dirá comprar remédios muito caros e específicos a algumas doenças.


Victor Lebow, um famoso economista, escreveu um relato muito pertinente do consumismo moderno em seu artigo "Competição de Preços em 1955" , publicado na edição de primavera de 1955 do Journal of Retailing:

“Nossa economia enormemente produtiva exige que transformemos o consumo em nosso próprio modo de vida, que convertamos a compra e o uso de bens em rituais, que busquemos nossas satisfações espirituais, nossas satisfações do ego, no consumo. A medida do status social, da aceitação social, do prestígio é agora encontrada em nossos padrões de consumo. O próprio significado de nossas vidas hoje são expressos em termos de consumo. Quanto maiores as pressões sobre o indivíduo para se adequar a padrões sociais seguros e aceitos, mais ele tende a expressar suas aspirações e sua individualidade em termos do que ele usa, dirige, come, sua casa, seu carro, seu padrão de servir comida seus hobbies. Essas mercadorias e serviços devem ser oferecidos ao consumidor com especial urgência. Exigimos não apenas o consumo "forçado” mas também, o consumo “caro”. Precisamos de coisas consumidas, queimadas, gastas, substituídas e descartadas em um ritmo cada vez maior. Precisamos que as pessoas comam, bebam, se vistam, andem, vivam com um consumo cada vez mais complicado e, portanto, mais caro ”.

Poucos de nós percebemos que as temperaturas do oceano estão subindo. Setenta e cinco metros abaixo deles, a temperatura subiu 0,1 graus Celsius nos últimos 40 anos.

Quantos de nós sabemos que os oceanos cobrem sete décimos da superfície da Terra e que são uma “pia” que absorveu 90% do aquecimento extra nas últimas quatro décadas?
Quantas pessoas sabem que as mudanças na temperatura dos oceanos ajudam a acelerar o ritmo dos fenômenos climáticos El Niño e La Niña, que resultam em extremos de seca e chuva?
Essas coisas estão além do entendimento de muitos consumidores comuns.
O marketing e a mídia influenciam nossas escolhas e impulsionam nossas decisões, alimentando o conceito fundamentalmente falho de consumismo.
Criaturas em toda a terra, rios e mares estão sendo dizimadas pelos humanos, que os matam por comida em números insustentáveis, enquanto também poluem ou destroem os habitats delas.


"Se metade dos animais morresse no zoológico de Londres na semana que vem, seria notícia de primeira página", diz o professor Ken Norris, diretor de ciências da ZSL. “Mas isso está acontecendo ao ar livre. Esse dano não é inevitável, mas uma consequência da maneira como escolhemos viver ... a natureza, que fornece comida, água limpa e ar, existe essencial para o bem-estar humano.

"Nós perdemos metade da população animal e, sabendo que isso é impulsionado pelo consumo humano, isso é claramente uma chamada às armas e devemos agir agora", diz Mike Barratt, diretor de ciência e política da WWF. Ele insiste que mais da Terra deve ser protegida do desenvolvimento e do desmatamento, enquanto alimentos e energia devem ser produzidos de forma sustentável.

Existem inúmeras campanhas em todo o mundo para convencer as pessoas a mudar seus hábitos de consumo. Uma delas é a Environmental Media Association (EMA), uma organização sem fins lucrativos dedicada a aproveitar o poder da indústria do entretenimento e da mídia para educar o público global sobre questões ambientais e estilos de vida sustentáveis. Os Prêmios EMA foram iniciados há 23 anos, para homenagear aqueles na mídia e entretenimento que promovem e transmitem mensagens ambientais das formas mais criativas e influentes.






Feliz Dia Mundial do Consumidor a todos nós.
E que sejamos bem mais conscientes e sustentáveis.




Fontes: Nation Multimedia, The Good Human, New Acropolis, One Green Planet, BBC, World Economic Forum,      

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