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Semana Mundial do Meio Ambiente


Olá!

Dia 29 de Maio é o Dia Mundial da Energia.

A energia move o mundo. E nós é que damos a direção que ela deve seguir.

De que adianta acumularmos conhecimento, tecnologia e riquezas para depois, transferir tudo a uma geração em perigo eminente de extinguir-se, por puro colapso do planeta no suporte a vida?
Por isso, cada pensamento seu sobre isso importa AGORA! Cada atitude sua para mudar este triste destino conta JÁ! Porque não existe planeta 🌍 B...

Nossa urgência hoje é a da sustentabilidade e eficiência energética, sempre ao lado da responsabilidade com os recursos naturais e Biodiversidade do planeta.

Abrimos hoje a nossa "Semana Mundial do Meio Ambiente" comemorando a ENERGIA⚡.



Atualizaremos esta postagem até o dia 05 de Junho, quando comemoramos o "Dia mundial do Meio Ambiente". Até lá, contaremos muitas coisas legais e notícias importantes sobre o Led e a sustentabilidade para a preservação dos preciosos recursos naturais de nosso planeta.

Salve o Dia Mundial da Energia. Salve também, a sua Energia! 💪

LUZ É FUNÇÃO. ESTAMOS EMPENHADOS NISSO!

Codlux® - Luz em Led




LED: RETROCESSO NA AMÉRICA? 

Os estados americanos estão se preparando para reagir enquanto o governo Trump se move para "apagar" os padrões para lâmpadas eficientes instituídos durante a era Obama. O Departamento de Energia dos Estados Unidos propôs novas regulamentações para lâmpadas que eliminam os padrões de eficiência energética pela metade em praticamente todas as lâmpadas no mercado. A medida provocou reação com uma mistura bipartidária de procuradores gerais de estado e governadores, que dizem que isso é prejudicial ao planeta e pode ser considerado ilegal. Washington e Colorado aprovaram este mês resoluções destinadas a apoiar os padrões da era Obama se o Departamento de Energia continuar insistindo em revertê-los, e meia dúzia de outros estados estão considerando legislações semelhantes. Vermont aprovou lei neste sentido assim que o presidente Trump foi eleito. Líderes estaduais dizem que estão lutando contra o que vêem como uma tendência alarmante sob o governo Trump, onde as agências com responsabilidade ambiental estão revertendo as regulações verdes.

“É lamentável que a Agência de Proteção Ambiental não queira proteger o meio ambiente ou que o Departamento de Energia não esteja mais interessado em eficiência energética”, disse a deputada estadual do Colorado, Meg Froelich (D), que patrocinou a legislação para comprometer o estado aos padrões da era Obama para lâmpadas eficientes e outros dispositivos. "Não queremos nos tornar um depósito de energia para aparelhos ineficientes".

A proposta de Trump é apoiada por muitos fabricantes de lâmpadas, mas muitos consumidores americanos estimam que continuar usando lâmpadas menos eficientes custará à família média, mais de US$ 100 ao ano e criará mais poluição, já que as concessionárias de energia terão que produzir mais para atender a alta demanda, o que seria completamente desnecessário. Também há dúvidas sobre a legalidade da revisão - a lei federal anterior proíbe o retrocesso nos padrões de eficiência, limitando a redução na eficiência energética a mínima exigida. Se a agência prosseguir com a reversão dos padrões, ela provavelmente será atingida por processos de uma coalizão de 16 estados diferentes , bem como diversos grupos ambientalistas.

A indústria também reagiu: "A idéia de que estamos voltando para uma era passada é absurda", escreveu Clark R. Silcox, conselheiro geral da Associação Nacional de Fabricantes Elétricos (NEMA), em um post no blog.

Há atualmente cerca de 6 bilhões de lâmpadas em uso abastecendo as casas americanas. Cerca de 3,3 bilhões delas são do tipo tradicional incandescente, em forma de pêra, enquanto outras 2,7 bilhões são de tipos, formas e tamanhos diferentes. Mas parece que o presidente norte-americano não desiste de suas declarações polêmicas. Em setembro de 2019, Trump soltou esta frase lapidar para atacar a tecnologia Led na iluminação artificial eficiente de ambientes:



"O que é que se passa com as lâmpadas? As que somos forçados a usar, em primeiro lugar, e para mim o mais importante, a luz não é boa. Eu pareço sempre cor de laranja... são muito mais caras que as velhas lâmpadas incandescentes que trabalhavam muito bem... Não sou vaidoso, mas pareço melhor sob uma luz incandescente do que estas luzes malucas que estão a brilhar sobre mim",

disse o presidente diante dos risos dos congressistas republicanos que participavam num jantar em Baltimore. Vale lembrar que o presidente é muitas vezes alvo de piadas por parte de seus críticos por causa do tom da sua pele e cabelo, alegando por isso que as lâmpadas Led não afetam só a ele mas também os congressistas que, segundo o presidente, "também pareciam cor de laranja debaixo das mesmas luzes". E, pior que estas declarações sem sentido são as ações desastrosas do mandatário norte-americano em relação ao meio ambiente: em 2017 ele já sinalizava seu caminho de volta ao passado ao retirar os Estados Unidos do "Acordo de Paris", que traça metas concretas contra a destruição da camada de ozônio e biodiversidade no planeta (leia mais a respeito AQUI).



Foi no governo de George W. Bush que o Congresso promulgou os padrões para lâmpadas em 2007, abrindo caminho durante uma eliminação de lâmpadas bulbos incandescentes em forma de pêra para lâmpadas mais eficientes, como as CFCs e as ainda mais modernas, em Led.

As lâmpadas incandescentes produzem luz através da queima de um filamento - elas usam 70% da eletricidade consumida gerando calor neste processo e, apenas 30% da mesma energia para aí sim, criar a luz desejada. Elas foram rapidamente substituídas à medida que lâmpadas fluorescentes e, agora recentemente as mais eficientes lâmpadas de LED entraram em cena. Nos últimos dias do governo Obama, o Departamento de Energia pretendia mudar isso, em janeiro de 2017.

Andrew deLaski, diretor executivo do Appliance Standards Awareness Project, que busca aparelhos mais eficientes, disse que a reversão de Trump seria unicamente em benefício dos fabricantes de lâmpadas: "É mais do que sobre vender os estoques de lâmpadas velhas parados... Sempre que um fabricante vende uma lâmpada incandescente, esta vai "queimar" energia e iluminar menos por cerca de um ano para depois, ter que ser trocada por uma "nova lâmpada velha" e assim sucessivamente, num ciclo vicioso altamente nocivo a sustentabilidade. Quando vende-se uma lâmpada de Led, não é preciso trocá-la por, no mínimo, 10 anos.”

A General Electric, maior fabricante de lâmpadas nos EUA, disse ao Departamento de Energia que a empresa não vende lâmpadas antigas o suficiente para justificar a nova regulamentação de Trump. E os números mostram que a participação do mercado de lâmpadas incandescentes diminuiu constantemente desde 2012. Muitos acham que a nova lei é apenas uma forma de tirar o lixo incandescente do mercado e induzir as pessoas mal informadas a pensarem que estão fazendo um bom negócio só porque estas lâmpadas antigas custam menos, quando na verdade, elas acabarão custando muito mais dinheiro a longo prazo devido ao consumo de energia e ineficiência luminosa.

O deputado democrata de Nova York, Paul Tonko, diz que o nova lei de Trump "...não é inovadora, não está comprometida em fazer o que é melhor para os consumidores ou o meio ambiente." e completa: "Eu acho isso inaceitável”.

Uma das medidas retroativas do presidente Donald Trump vai permitir a fabricação de lâmpadas que exigem mais consumo de energia para acenderem, algo que os críticos dizem que vai aumentar enormemente o consumo de energia no país. Mas, o próprio Departamento da Energia dos E.U.A. diz que as "novas" regras não vão impedir os consumidores de comprarem as lâmpadas que quiserem, já que o mercado completou com sucesso a transição para as lâmpadas Led (apesar das controversas regras federais). "Os consumidores estão agora tirando enorme proveito da poupança de energia que as (lâmpadas) Leds trazem", indicou o órgão.


BRASIL PERDENDO SEU VERDE



O Brasil perdeu 71 milhões de hectares (do tamanho dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Espírito Santo juntos), entre 1985 e 2017, conforme imagens tornadas públicas recentemente do programa americano de satélites Landsat e disponibilizadas pelo projeto MapBiomas.
Pelo estudo, a cidade com menor cobertura vegetal do país é São Caetano do Sul em São Paulo e, a com mais florestas é Altamira, no Pará. Em 33 anos, a Amazônia foi a que mais perdeu áreas de florestas e, o Cerrado foi o mais devastado, com 18% de perdas. O Pampa perdeu 15%, a Caatinga, 8% e o Pantanal, 7%. A Mata Atlântica perdeu 5 milhões de hectares, porém nos últimos dez anos, uma lenta regeneração superou o desmate em percentual. A análise fotográfica da cobertura florestal das bacias hidrográficas sugere que o seu desmatamento seja uma das explicações para a atual crise hídrica em São Paulo (persistente desde 2013) e outras como Brasília e Belo Horizonte.
Mais recentemente em 2018, quase 1,6 milhões de hectares de floresta nativa foram perdidos apenas no Brasil - de m total de 12 milhões em todo o mundo.


PLÁSTICO, O PIOR DOS VÍCIOS!


Sacolas biodegradáveis enterradas por três anos ainda servem para uso



O biólogo marinho britânico Richard Thompson dedica sua carreira ao estudo do lixo plástico há muito tempo pesquisou a degradação real das sacolas plásticas biodegradáveis. Em 2015 ele e seus alunos da Universidade de Plymouth enterraram no jardim da instituição sacolas ditas biodegradáveis. Três anos depois ao serem desenterradas, elas continuavam intactas e podiam ainda carregar quase 2,5 kg de compras. O biólogo conta que "...elas não apresentavam a mesma resistência que tinham ao saírem da fábrica mas, sua decomposição não era significativa".
Este estudo destaca que "biodegradável" nas nocivas sacolas plásticas pode confundir os consumidores, levando-os a pensar que elas simplesmente desaparecem quando jogadas fora, destruindo o ciclo normal da reciclagem do plástico convencional. Isso porque elas não podem ser misturadas com sacolas de puro plástico, pois aditivos químicos presentes nelas contaminam a o processo, torna todo o plástico dito reciclável, completamente inutilizável. 
“Se as sacolas têm uma função de autodestruição, o reciclador não terá interesse em misturá-las com as outras sacolas", diz Thompson. “Eles precisam de materiais conhecidos e consistentes. Então, o problema passa a ser o seguinte: como separar os biodegradáveis do plástico convencional? Como o consumidor saberá descartá-lo?” A União Europeia estima usar cerca de 100 bilhões de sacolas plásticas são utilizadas todos os anos em seu território, com o uso anual por pessoa ultrapassando 450 sacolas por ano em alguns de seus países. “Não existe material degradável mágico que se decomponha num período muito curto em todos os ambientes de exposição possíveis. Isso não existe”, afirma Ramani Narayan, engenheiro químico da Universidade Estadual de Michigan e especialista em biodegradáveis. A ONU, num relatório publicado em 2016, declarou enfaticamente que os plásticos biodegradáveis não são resposta à poluição plástica marinha. 
Thompson diz que, "...talvez, o melhor futuro para as sacolas plásticas seja manter a propriedade que as tornaram tão populares no começo: a sua própria proposta de durabilidade. Essa é a conclusão final do estudo: “Uma sacola que possa e seja reutilizada muitas e muitas vezes, representa uma alternativa melhor que uma desejada degradação banalizada”.

ILUMINAÇÃO ON DEMAND 



Economizar energia é uma urgência hoje não só para os cidadãos das grande cidades mas, talvez principalmente, para os de pequenos vilarejos e aldeias - mesmo os de países mais desenvolvidos.
Na Alemanha, a aldeia de Dörentrup (9.000 habitantes) geralmente fica escuridão total desde 2009. Mas é proposital. Sem muito dinheiro público na época, ela agora desliga todas as luzes de suas ruas a noite, até as 6h da manhã seguinte. Isso apavoraria muito moradores de uma cidade grande como São Paulo por exemplo. Mas em Dörentrup, os cidadãos ligam e desligam as luzes das ruas remotamente, sob demanda - em qualquer hora, em qualquer lugar - apenas usando os seus celulares. O sistema conhecido como Dial4light, foi testado por quase um ano. Tudo o que você precisa fazer é registrar-se no serviço on-line do sistema, discar um número e acender a luz no seu caminho por cerca de quinze minutos.
Este esquema (genial por si só), já reduziu as emissões de dióxido de carbono de Dörentrup em cerca de 12 toneladas por ano, em comparação se as mesmas luzes ficassem acesas durante toda a noite, simplesmente pelo fato dele ser acionado poucas vezes cada dia. Afinal, estamos falando de um vilarejo com nem 10.000 moradores. Em Nova York, metrópole mega populosa onde muitas coisas acontecem ao mesmo tempo durante todas as a noites e madrugadas, esta ideia talvez encontrasse obstáculos na sua implantação e praticidade. Mas é um modelo incrível de economia de energia e sustentabilidade. Tanto que, há planos de lançar o sistema em regiões de porte semelhante ao de Dörentrup também em cinco outros países do mundo como Suécia, Grã-Bretanha, EUA e Dubai.


DESCARTANDO CORRETAMENTE A SUA LÂMPADA ANTIGA 



COLO - Coleta de Lâmpadas Organizada (Lançamento Oficial)

Dia 05 de Junho é o "Dia Mundial do Meio Ambiente".

A Codlux® lança, no decorrer desta "Semana Mundial do Meio Ambiente", seu programa

COLO - Coleta de Lâmpadas Organizada 

A iniciativa voluntária da empresa - exclusiva para clientes - é realizada através de seu Showroom Técnico, que coleta as lâmpadas ociosas (sem uso, guardadas, trocadas) dos clientes que desejarem efetuar o correto descarte delas, evitando assim a poluição do meio ambiente e contribuindo também para o consumo consciente e sustentabilidade cidadã, na preservação dos recursos naturais do planeta.

Veja como você pode participar, acessando o post especial sobre o assunto AQUI.




Compilação by Robson Giro, especial para a Codlux® - luz em Led







Fontes: The Hill, O Globo, National Geographic
  

       



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